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5 dicas para uma alimentação saudável

Se nos segues no instagram, talvez já tenhas reparado que, há algum tempo, que lançamos uma palavra do mês e que tudo acaba por girar à volta dela. No mês passado, essa palavra foi Energia. E, neste mês, decidimos escolher a palavra saúde porque remete-nos não apenas para estilo de vida saudável e tudo o que isso envolve mas, particularmente, (e automaticamente) para a alimentação saudável.

Na era das redes sociais e da imensidão de notícias diárias, nem sempre é fácil percebermos como nos devemos alimentar, que alimentos serão verdadeiramente benéficos ou que tipo de dieta devemos seguir (já que todos os dias parece surgir uma mais saudável). Mais do que uma resposta a todas estas questões, considero fundamental ouvirmos o nosso corpo porque, o que faz bem a uma pessoa pode não fazer bem a outra. No entanto, há alguns princípios que, para nós, são essenciais quando se fala de saúde â mesa:

1. Consumir alimentos da estação

Os alimentos da estação, além de nos ajudarem na adaptação ao clima e à própria energia da estação, são também mais sustentáveis  e mais ricos em nutrientes, uma vez que são plantados e colhidos na altura certa. De acordo com a macrobiótica, se nos alimentarmos de alimentos de Verão no Inverno, isso irá causar arrefecimento interno, podendo afectar a imunidade uma vez que a energia se dispersa e se torna mais difícil a adaptação aos desafios externos.  Por outro lado, se ingerirmos alimentos da estação (neste caso, abóbora, nabos, couves e incluirmos certos métodos culinários como cozinhar na panela de pressão ou forno) estamos a conservar o calor interno e, consequentemente, a energia fica mais concentrada. Assim, adaptamo-nos melhor ao frio. 

2. Retirar os processados/açúcares

Os produtos processados são aqueles que são artificiais, que contêm aditivos, em que não existe equilíbrio de nutrientes e que potenciam a desnutrição, doenças cardiovasculares, cancerígenas e obesidade. Por isso, se não são verdadeiros, para quê inclui-los no nosso dia a dia?

3. Consumir leguminosas e cereais integrais

Os cereais integrais e leguminosas são os alimentos de base vegetal mais ricos em proteína, sendo também uma boa fonte de ferro e outros minerais essenciais. São ainda ricos em fibra, ajudando a manter um intestino saudável. Devemos demolhá-los para eliminar o ácido fítico que impede a absorção de nutrientes, descartar a água da demolha e cozê-los com alga kombu (ou gengibre, ou louro) para reduzir os desconfortos intestinais que podem causar. São alimentos que são muito versáteis e que rendem muito e, por isso, tornam-se mais económicos.

4. (Ab)usar dos hortícolas!

Os hortícolas são todos os legumes, verduras e vegetais. Temos muita sorte de, no nosso país, termos uma grande oferta. Por isso, é de aproveitar! São muito importantes no nosso dia a dia, uma vez que são ricos em fitoquímicos (antioxidantes), água,em vitaminas como B,C (óptima para potenciar a absorção de ferro) e K, e minerais como o cálcio e magnésio.

5. Apostar na variedade

Mais importante do que comer sempre o mesmo, embora saudável, é privilegiar a variedade e um prato colorido. Só dessa forma conseguimos garantir que temos todos os nutrientes de que precisamos, e que usufruímos daquilo que a terra nos dá.